quinta-feira, 6 de março de 2014

FILHOTES DE FALCAO


O falcão-peregrino é o bicho mais veloz do planeta! Saiba tudo sobre o pássaro








O falcão-peregrino é o bicho mais veloz do planeta! Saiba tudo sobre o pássaro

A ave chega a atingir incríveis 360 quilômetros por hora durante um voo em queda livre

Texto: Ludmilla Balduino
Ele é conhecido como o bicho mais rápido da Terra: há quem acredite que o falcão-peregrino alcance a incrível velocidade de360 quilômetros por hora! Para comparar, preste atenção no painel de velocidade do carro de seus pais: em alguns, o número nem aparece no marcador!
O falcão-peregrino consegue atingir essa velocidade quando está voando e de repente fecha as asas e mergulha no ar, com o bicho de cabeça para baixo, como um paraquedista maluco.
Por causa dessa habilidade, a espécie é uma das preferidas dos criadores de falcões, que treinam essas aves para caçar outros pássaros.
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O falcão-peregrino é uma das espécies de vertebrados que está mais espalhada ao redor do planeta: ele pode ser encontrado em vários ambientes, e só não vive nas florestas tropicais ou nas regiões frias e secas do Polo Norte.
Voador
A ave existe em quase todos os ambientes do planeta porque é uma grande migradora. Costuma voar longas distâncias, principalmente quando não está em fase de reprodução ou quando o inverno é rigoroso no lugar em que se encontra.
Normalmente, o falcão-peregrino faz sua migração voando sobre costas marítimas dos continentes, ou sobre lagos muito grandes, ou ainda cruzando mares. Ele prefere viver em locais abertos, onde a vegetação é rasteira. É por isso que é muito visto em praias e na tundra, uma vegetação rala que cresce em zonas frias do planeta.
23º andar, por favor
De uns tempos para cá, o pássaro começou a viver em grandes cidades. Não é difícil encontrar um exemplar da espécie morando no prédio ao lado! Isso acontece porque os prédios têm cantinhos externos que são ótimos para fazer ninhos. Além disso, o falcão-peregrino adora comer pombas, que existem aos montes nas cidades.
A altura também agrada. Pesquisadores já encontraram falcões-peregrinos vivendo numa boa dentro de um ninho localizado a 3.600 metros de altura, nas Montanhas Rochosas da América do Norte. Essa altura equivale a um prédio fictício de 1.200 andares! :-O
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Ficha do falcão-peregrino
  • Nome científico: Falco peregrinus
  • Onde vive: em todos os continentes
  • Tamanho: 40 centímetros, em média
  • O que come: outros pássaros, morcegos, ratos, esquilos e pequenos répteis
  • Predadores: raposas, felinos, ursos, ewolverines,águias-reais, corujas e o falcão-gerifalte (um dos maiores do mundo) gostam de comer falcões-peregrinos.
  • Tempo de vida:cerca de 13 anos,em média
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No Reino Dos Suricatos III - Episódio 8.avi

No Reino dos Suricatos III - Episódio 1.avi

SURICATO


suricata, também chamado de suricato (Suricata suricatta) é um pequeno mamíferoda família Herpestidae, nativo do deserto do Kalahari. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento (incluindo a cauda), em média 730 gramas de peso, e pelagem acastanhada. Os suricates alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmenteescaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.
Estes animais são exclusivamente diurnos e vivem em colónias de até 40 indivíduos, que constroem um complicado sistema de túneis no subsolo, onde permanecem durante a noite. Dentro do grupo, os animais revezam-se nas tarefas de vigia e proteção das crias da comunidade. O sistema social dos suricates é complexo e inclui uma linguagem própria que parece indicar, por exemplo, o tipo de um predador que se aproxima. Estudos mostram que os suricates são capazes de ensinar ativamente suas crias a caçarem, um método semelhante à capacidade humana de ensinar.

Características Gerais[editar | editar código-fonte]

  1. Tamanho: comprimento do corpo: 22 cm; altura em pé: 26, 28 cm
  2. Massa: 720 g para as fêmeas e 731 g para os machos
  3. Pelo: Acastanhado. Possuem listras paralelas em suas costas, que se estendem desde a base da cauda até os ombros. Os padrões de listras são únicos para cada suricate.
  4. Tempo de vida: Em ambiente selvagem pode viver 10 anos; variando entre 5 e 12 anos. No cativeiro vivem até 15 anos.
  5. Distribuição geográficaBotsuanaÁfrica do SulNamíbia e Angola.
  6. Habitat: Savana e gramado, planícies secas e abertas, áreas de deserto.
  7. Alimentação: Alimenta-se principalmente de insectos: larvas de escaravelhos e de borboletas; também ingerem milípedes, aranhas, escorpiões, pequenos vertebrados (répteis, anfíbios e aves), ovos e matéria vegetal. São relativamente imunes ao veneno das najas e dos escorpiões, sendo estes, inclusive, um dos alimentos que mais apreciam.
  8. Reprodução: Atigem a maturidade sexual com um ano de idade, podendo ter de três a cinco filhotes por ninhada. Podem ter até quatro ninhadas por ano. Se reproduzem em qualquer época do ano, mas a maioria dos nascimentos ocorrem nas estações mais quentes.
São uns animais muito espertos. São Inteligentes pois a logo aos 2 meses já ensinam seus filhotes a caçar e proteger o seu grupo









quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

JOANINHA


Joaninha é o nome popular dos insetos coleópteros da família Coccinellidae. Os cocinelídeos possuem corpo semiesférico, cabeça pequena, 6 patas muito curtas e asas membranosas muito desenvolvidas, protegidas por uma carapaça quitinosa que geralmente apresenta cores vistosas. Podem medir de 1 até 10 milímetros, vivendo até 180 dias. Como os demais coleópteros, passam por uma metamorfose completa durante seu desenvolvimento; seus ovos eclodem em 1 semana e o estágio larval é de 3 semanas, durante o qual o inseto já apresenta a mesma alimentação do adulto (imago). As larvas, geralmente, tem corpo achatado e longo, com tubérculos ou espinhos e faixas coloridas ao seu longo. Possui duas antenas que servem para sentir o cheiro e o gosto. Há cerca de 4500 espécies na família, distribuídas por 350 géneros, distinguíveis pelos padrões de cores e pintas da carapaça.
As joaninhas são predadores no mundo dos insetos e alimentam-se de afídeosmoscas da frutapulgõespiolhos da folha e outros tipos de insetos, a maioria deles nocivos para as plantas. Uma vez que a maioria das suas presas causa estragos às colheitas e plantações, as joaninhas são consideradas benéficas pelos agricultores. Apesar da grande utilidade, estes insetos sofrem ameaça dos agrotóxicos utilizados pelos agricultores em suas plantações, embora a maioria das espécies não seja considerada como ameaçadas.
Larva da espécie Harmonia axyridis.

Algumas Espécies[editar | editar código-fonte]

  • Rodolia cardinalis, originária da Austrália, que apresenta élitros de coloração vermelho-sanguínea decorados com manchas pretas. Foi introduzida em várias partes do mundo para combater cochonilhas que atacam ospomares. Também é conhecida pelo nome dejoaninha-australiana.
  • Cycloneda sanguinea, de ampla distribuição nas Américas, que apresenta corpo quase redondo, coloração geral vermelha clara, com a cabeça e o protórax pretos. Também é conhecida pelo nome de joaninha-vermelha.
  • Coccinella septempunctata, da Europa, que apresenta geralmente de uma a sete manchas pretas sob fundo vermelho em cadaélitro. Sua larva é azul com pintas amarelas. Também é conhecida pelo nome de joaninha-de-sete-pontos. Existem também joaninhas de cor amarela e verde.






sábado, 21 de dezembro de 2013

A RENA


Rena (Caribu)

A rena (palavra de origem lapônia ou finlandesa, pelo francês renne) ou caribu (na América do Norte) é um cervídeo de grande porte, com chifres, que vive em manadas e habita latitudes altas. São característicos das regiões árticas do norte do Canadá, Alaska, Rússia, Escandinávia e Islândia. A origem da palavra "caribou" pode ser uma palavra em micmac, que significa "pata". O caribu é único entre os veados, pois machos e fêmeas possuem chifres.

 
Em 1952 a espécie foi reintroduzida com sucesso na Escócia, onde se extinguira no século X. Há oito subespécies de rena reconhecidas, que correspondem às populações de diferentes áreas.

A rena apresenta dimorfismo sexual, sendo que os machos, de até 300 kg, chegam a ter quase o dobro do peso das fêmeas, alem de maior altura. Ambos os sexos têm galhadas, que são mais elaboradas nos machos. A Rena macho possui os maiores chifres, em relação ao tamanho do corpo, dentre todas as espécies de veados. As principais fontes de alimentação das renas são bambus, folhas de sempre-vivas, ervas rasteiras e principalmente líquenes. Este animais podem, no entanto, comer também pequenos pássaros e ovos. A rena tem dentes frontais apenas no maxilar inferior.

 
Sazonalmente, migra grandes distâncias para parir as crias. Também pode nadar. Possui pernas compridas, com cascos afiados e patas peludas que garantem a tração sobre terrenos congelados. Geralmente, a rena é silenciosa, mas seus tendões produzem ruídos secos e agudos que podem ser ouvidos a grandes distâncias quando viaja em grandes grupos.

A rena é predada por lobos, seres humanos e, surpreendentemente, por águias-douradas (ou águias-reais); os corvos por vezes causam cegueira em renas recém-nascidas, perfurando-lhes e comendo os seus olhos, causando a sua morte prematura. Vários tipos de mosquitos e moscas, como a mosca preta parasítica Hypoderma bovis, podem molestá-las o suficiente para afetar a sua saúde e causar doenças.

A rena é bastante importante na economia das populações nativas do Ártico como os povos inuit e os habitantes da Lapónia. Estes povos domesticaram a rena como fonte de alimento e de peles e animal de tração. Para além das manadas domésticas, as renas são também caçadas nalguns locais pelos mesmos motivos.

 

Fonte: Wikipé